As peças são pentágonos irregulares com ideogramas dos dois lados e cada uma tem um tipo de movimento. mais informações em: http://www.jogos.antigos.nom.br/go.asp

"Não há razão para que alguém queira ter um computador em casa".
Ken Olson, presidente e fundador da Digital Equipment Corp. (DEC), fabricante de computadores mainframe computers, discutindo os computadores pessoais, em 1977.
"Mas... para o que serve isso?"
Robert Lloyd, executivo da IBM, sobre o microprocessador, em 1968.
"Na medida em que uma calculadora no ENIAC é equipada com 18 mil tubos de vácuo e pesa 30 toneladas, os computadores do futuro deverão ter apenas mil tubos de vácuo e pesar 1,5 mil toneladas".
Revista Popular Mechanics, em 1949.
"Eu viajei por todos os cantos deste país e conversei com as melhores pessoas, e posso assegurar a você que o processamento de dados é uma moda e não vai durar até o final do ano".
Editor responsável por livros de negócios da Prentice Hall, em 1957.
"Esta coisa de antitruste vai passar".
Bill Gates, fundador da Microsoft (data não disponível).
"O potencial mercado de máquinas de cópia é de, no máximo, cinco mil (unidades)."
IBM, para os eventuais fundadores da Xerox, dizendo que as fotocopiadoras não teriam um mercado tão grande que justificasse a sua produção, em 1959.
Internet e comunicação por satélite
"A transmissão de documentos por cabos de telefone é possível, em princípio, mas o aparato requerido é tão caro que nunca irá se tornar uma proposta prática".
Dennis Gabor, físico britânico e autor de Inventing the Future, em 1962.
"A compra à distância, apesar de ser completamente possível, irá fracassar - porque a mulher gosta de sair de casa, segurar a mercadoria, gosta de estar apta a mudar a sua intenção".
Revista Time, descartando as compras online antes mesmo de se ouvir falar nelas, em 1966.
"Não há praticamente nenhuma chance dos satélites espaciais de comunicação serem usados para prover melhores serviços de telefone, telégrafo, televisão ou rádio dentro dos Estados Unidos".
T. Craven, membro do conselho da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, em 1961 (o primeiro satélite comercial de comunicações entrou em serviço em 1965).
Telefone
"O telefone tem muitas desvantagens para ser considerado, seriamente, um meio de comunicação. O aparelho não tem valor para nós".
Memorando da Western Union, entre 1876 e 1878.
"Os americanos têm necessidade de telefones, mas nós não. Temos um monte de mensageiros".
Sir William Preece, engenheiro-chefe da Escritório Postal Britânico, em 1878.
"É uma grande invenção, mas de qualquer forma, quem iria usar isso?"
Rutherford B. Hayes, presidente norte-americano, depois da demonstração do telefone de Alexander Bell, em 1876.
Televisão e cinema
"A televisão não vai durar. É uma tempestade num copo d'água".
Mary Somerville, pioneira em radiodifusão educacional, em 1948.
"A televisão não vai durar porque, logo, as pessoas irão ficar cansadas de olhar para uma caixa de madeira todas as noites".
Darryl Zanuck, produtor de cinema da 20th Century Fox, em 1946.
"Quem diabos deseja ouvir os atores falando?"
H. M. Warner, co-fundador da Warner Brothers, em 1927.
Rádio e música
"O rádio não tem futuro"
Lord Kelvin, matemático e físico, em 1897.
"A caixa de música sem fio não tem valor comercial imaginável. Quem pagaria para uma mensagem enviada para ninguém em particular?"
Associados de David Sarnoff, respondendo a um pedido de investimento para o rádio, em 1921.
"O fonógrafo não tem nenhum valor comercial".
Thomas Edison, inventor norte-americano, nos anos 1880.
Automóveis
"O cavalo está aqui para ficar, mas o automóvel é apenas uma novidade, uma moda".
Presidente do banco de Michigan alertando o advogado de Henry Ford para não investir na montadora, em 1903.
"Que o automóvel praticamente chegou ao seu limite é confirmado pelo fato de que, nos últimos anos, nenhum aprimoramento radical foi introduzido."
Revista Scientific American, em 1909
"A 'carruagem sem cavalo' normal é, no momento, uma luxuria para os ricos, e por causa do seu preço, provavelmente vai falhar no futuro. Com certeza, jamais se tornará tão comum como a bicicleta".
Literary Digest, em 1899.
Aviação
"O homem não irá voar em 50 anos".
Wilbur Wright, pioneiro da aviação, ao irmão Orville, depois de uma tentativa fracassada de voar, em 1901 (os dois norte-americanos obtiveram sucesso em 1903).
"Máquinas de voar mais pesadas do que o ar são impossíveis".
Lord Kelvin, matemático, físico e presidente da Sociedade Real Britânica, em 1895.
"Aviões são brinquedos interessantes, mas não têm valor millitar".
Marechal Ferdinand Foch, professor de estratégia da Ecole Superieure de Guerre, em 1904.
"Jamais será construído um avião grande".
Engenheiro da Boeing, depois do primeiro vôo do modelo 247, que tinha motor duplo e transportava 10 pessoas.
Outros temas
"Tudo que pode ser inventado já foi inventado".
Charles H. Duell, oficial do escritório de patentes dos Estados Unidos, em 1899
"Qualquer um familiarizado com o assunto vai reconhecer isso como um evidente fracasso"
Henry Morton, presidente do Instituto de Tecnologia Stevens, sobre a lâmpada elétrica de Thomas Edison, em 1880.
"Um foguete jamais será capaz de deixar a atmosfera da Terra".
Jornal New York Times, em 1936.
"A energia atômica deve ser tão boa como os explosivos de hoje, mas é improvável que produza algo muito mais perigoso".
Winston Churchill, primeiro-ministro britânico, em 1939
"Era madrugada, o prédio estava vazio, sob a luz fria da luminária ele anotava meticulosamente cada coordenada dos finitos pontos da malha rescém terminada. Era uma terapia, ali era o mundo dele, cada um dos pontos estava sob seu domínio, conhecia a fundo seu modelo, ali nada escapava ao seu olhar atento.
Não, ali não haviam problemas sem solução. Cada elemento era formado por pontos e cada um destes tinha seu lugar. Estes pontos se ligavam a outros inumeros pontos e a malha por sua vez formava o modelo completo sem erros, sem distorções.
Conforme a matrizes agora eram forjadas, tudo se encaixava em harmonia. Uma verdadeira coreografia se iniciava, agora as matrizes eram invertidas, operações diferenciais se dissolviam, 'pequenas turbulências que me conduzem ao resultado' segundo ele. Isso sim era certo, não sua vida, não o espaço vazio que ele mesmo havia se tornado, não o elemento perdido, sem contato, sem coordenada.
Foi quando o verdadeiro 'insigth' veio a tona, após avaliar cada parte do todo chegou ao resultado, agora tudo fazia sentido.
Deixou o prédio, voltou a sua casa. Parou junto à porta do quarto de sua filha e pode a ver dormindo tranquilamente, um breve sorriso e se dirigiu ao seu quarto, lá foi recebido com um beijo caloroso. Assim descobriu o seu lugar na malha da vida, ali ele tinha coordenada e rumo certos. Não importando as turbulências, voltas e reviravoltas."
Quando pretende-se resolver um problema de engenharia, inicialmente busca-se um problema matemático associado que possa representar adequadamente a situação física real em estudo. Porém, os casos práticos são complexos, havendo a necessidade da introdução de muitas hipóteses simplificadoras a fim de permitir alguma forma de modelagem matemática que conduza a soluções mais simples. Normalmente o problema recai em solucionar sistemas de equações diferenciais com a imposição de valores de contorno.
O objetivo da análise via Método de elementos Finitos é aproximar, com certo grau de exatidão, os valores das incognitas que representam as soluções das equações diferenciais que governam o problema que estamos lidando. Tal Método reduz a solução de equações diferenciais á solução de um conjunto de equações algébricas simultâneas que podem ser facilmente resolvidas com o uso de computadores.
Interessou-se?
Aqui você pode saber um pouco mais sobre o método. E aqui você irá a página do Grupo de Bioengenharia da UFPR, que vem aplicando vários conceitos de engenharia (como o método dos elementos finitos) às áreas médica e odontológica.
P.S.: A imagem do crânio é formada por uma típica malha de elementos finitos.